Locução documentário SBRV 50 anos
A retina. Fina, delicada, essencial.
No passado, acreditava-se que problemas na retina representavam um prognóstico ruim... sempre...
Milhões de brasileiros vivem com doenças retinianas.
Muitas, tratáveis.
Outras, evitáveis.
Todas, impactantes.
Os avanços da ciência permitiram que aquilo que antes era uma triste sentença, se transformasse em possibilidades de tratamento inconcebíveis no passado.
Ao longo dos últimos 50 anos, a Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo foi uma das protagonistas de uma verdadeira revolução...
Que começou silenciosamente, em amizades, em interesses comuns e na busca por aprender e compartilhar
Em meio a descobertas ainda incipientes, surgiam nomes que fariam história na retina brasileira. Referências que abriram caminhos, quando pouco se sabia e quase tudo ainda estava por construir.
Assim, na troca de experiências, nas amizades e na curiosidade de poucos pioneiros, nascia uma revolução silenciosa que mudaria para sempre a oftalmologia no Brasil.
Toda grande história começa com passos pequenos. E foi assim também com a retina no Brasil: um curso, encontros informais, o entusiasmo de poucos pioneiros... que logo se transformariam em uma sociedade.
Sem tecnologia, sem estrutura, mas com determinação. Cada ligação, cada anotação feita à mão, ajudava a construir os alicerces de uma nova especialidade.
O diálogo com grandes nomes internacionais se somava à vontade de jovens brasileiros. A ideia de uma sociedade de retina deixava de ser um sonho distante e começava a ganhar forma
Inspirados por experiências no exterior, fundaram a Sociedade Brasileira de Retina.
Criada a partir da admiração mútua e da amizade entre colegas de profissão, são vários os momentos da existência da SBRV que não figuram em documentos, e que estão apenas na memória dos protagonistas ou na lembrança de quem ouviu deles essas histórias.
A eleição da diretoria foi feita entre os presentes e acertada uma contribuição entre eles para saldar as despesas do processo de criação e regulamentação.
Joviano Rezende Filho, segundo inúmeros testemunhos, o grande incentivador e promotor da ideia, foi eleito presidente da primeira diretoria, tendo como vice-presidente Sérgio Cunha, como secretário geral Christiano Barsante, como tesoureiro Francisco Mais e como diretor de cursos Luís Osório. Os diretores regionais, membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal seriam escolhidos posteriormente pelos sócios fundadores entre os 50 primeiros sócios efetivos que ingressassem no quadro social.
Em 1976, a Sociedade Brasileira de Retina se tornava realidade. Mais do que uma entidade, era o início de uma jornada coletiva, feita de amizade, coragem e visão de futuro.
Com a fundação oficial em 1976, a retina no Brasil deixava de ser apenas uma ideia entre amigos e se transformava em uma instituição. Mas, até conquistar reconhecimento, a Sociedade precisaria de coragem, persistência e muitos primeiros passos.
Antes da fundação da Sociedade Brasileira de Retina, o papel relevante de médicos oftalmologistas brasileiros na área já estava sendo estabelecido.
Em Houston, Roberto Abdala operava o craque Tostão e colocava os especialistas brasileiros sob os holofotes.
Essas conexões internacionais fortaleciam a formação dos brasileiros e traziam novos olhares sobre como organizar uma entidade sólida
Os fundadores da sociedade estavam entre os que realizaram estágios e períodos de aprendizado e treinamento em centros de excelência de ensino e tratamento de doenças da retina, notadamente nos EUA.
Entre vitórias, esforços e muita dedicação, o sonho da retina brasileira tomava forma.
As primeiras diretorias se sucederam em um ritmo dinâmico. A sede mudava de acordo com o presidente em exercício, e a cada gestão surgiam novos desafios. Foi um período de adaptação, mas também de aprendizado, em que a identidade da Sociedade começava a se consolidar.
Enquanto cresciam os contatos no exterior, no Brasil a estrutura começava a tomar forma: estatutos, cartas, prestação de contas e cursos ainda modestos, mas cheios de significado.
Os primeiros encontros da SBR reuniam apenas algumas dezenas de médicos. Eram iniciativas simples, organizadas por colegas que escolhiam os temas, cuidavam da logística e bancavam os custos. Tudo de forma espontânea, com apoio institucional da Sociedade, mas quase sem recursos.
O primeiro registro oficial é de 1976: o I Curso da Sociedade Brasileira de Retina, realizado no Hospital São Geraldo, em Belo Horizonte. Vinte e dois participantes.
Ainda em 1976, e depois em 1977, outros encontros aconteceram em Belo Horizonte e São Paulo. Logo, Salvador, Recife e Porto Alegre também começaram a receber atividades da SBR.
Os temas eram os desafios da época: fotocoagulação na retinopatia diabética, angiofluoresceinografia, cirurgia do descolamento de retina, criopexia.
Mas foi em 1977 que tudo mudou. Durante o Congresso Brasileiro de Oftalmologia, no Rio de Janeiro, a SBR promoveu um curso com o professor Charles Schepens. Um público de 250 pessoas.
Foi a primeira vez em que a SBR teve presença oficial em um evento do CBO.
Entre tentativas e acertos, a Sociedade buscava o seu lugar. E em 1982, um novo fôlego se anunciava com a presidência de João Alberto Hollanda, que trouxe ousadia e grandes eventos para a retina brasileira.
Dos encontros pequenos em Belo Horizonte aos grandes auditórios no Rio de Janeiro, os primeiros anos da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo foram de experimentação e resistência. Era o início de uma história que, aos poucos, ganhava força, projeção e vida própria.
Ensinar sempre foi parte do propósito.
Para a SBRV, formar é transformar: cada aula, cada publicação, cada congresso ajudou a escrever a história da retina no Brasil.
Na base dessa caminhada, estavam valores imutáveis: ciência, ética e compromisso com o paciente. O conhecimento não era privilégio, era responsabilidade.
Das apostilas mimeografadas às publicações digitais, a SBRV buscava caminhos para tornar o ensino acessível e atualizado. O improviso dos primeiros tempos deu lugar a iniciativas ousadas e pioneiras.
Foi assim que surgiram primeiros centros de excelência e os primeiros professores de uma especialidade em construção.
E foi com esse espírito que nasceu a Revista da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo. Primeiro como um boletim científico, depois reconhecida internacionalmente, tornou-se um dos símbolos mais fortes do amadurecimento da especialidade.
A cada edição, a SBRV consolidava sua autoridade científica. O que antes era apenas um esforço nacional, agora reverberava em toda a América Latina e chegava aos centros mais prestigiados do mundo.
Outro símbolo desse amadurecimento veio em 1999: CBO e SBRV lançaram o livro-tema do Congresso Brasileiro de Oftalmologia, Retina e Vítreo: Clínica e Cirurgia. A publicação contou com nomes de referência da especialidade, reforçando a autoridade científica da SBRV no cenário nacional.
O ensino, os consensos e as publicações mostravam que a retina brasileira já não apenas acompanhava o mundo: ela ajudava a escrever o futuro da especialidade.
A retina cresceu com ciência e a SBRV com troca, generosidade e compartilhamento.
Mas ciência não é só técnica: é também responsabilidade. A SBRV tornou-se referência para orientar governos, sociedades médicas e novas gerações, sempre defendendo a medicina baseada em evidências
De professores a mentores, de alunos a líderes, a SBRV formou gerações de especialistas. E mais que isso: formou uma cultura de compartilhar, ensinar e aprender. Uma cultura que continua a guiar a retina brasileira rumo ao futuro.
Se no começo eram apenas encontros entre amigos, logo os cursos e reuniões deram lugar a congressos que mudariam a história da retina no Brasil
De poucos nomes reunidos em uma sala, os congressos foram ganhando corpo, ciência e relevância. Tornaram-se o espaço onde a retina brasileira cresceu junto com a oftalmologia mundial.
A criatividade e o empenho transformavam cada edição em um novo passo. Pequenos gestos ajudaram a multiplicar inscrições e fortalecer a tradição que estava apenas começando.
A ideia de realizar encontros maiores e mais completos foi ganhando força. E, em 1997, aconteceu o primeiro Congresso da SBRV, em Curitiba - um marco, tanto pelo número de participantes quanto pelo padrão de organização.
O primeiro congresso oficial, em 1997, marcou um divisor de águas. Organização impecável, grande público e uma percepção clara: a retina brasileira já não precisava olhar apenas para fora. O mundo começava a olhar para o Brasil.
Dois anos depois, veio o segundo congresso. Dessa vez, com programação inteiramente feita pela Comissão Científica da própria SBRV, que também assumiu toda a logística e gestão financeira do evento.
Em assembleia, os associados decidiram considerar também os cursos anteriores como parte da trajetória oficial dos congressos, ajustando a numeração da série. E definiram que a SBRV passaria a realizar um grande congresso nacional por ano, sem deixar de apoiar cursos regionais e simpósios especializados.
A cada edição, a SBRV provava que podia estar no mesmo patamar dos melhores congressos do mundo - com ciência de ponta, organização exemplar e um ambiente de troca genuína
Em 2020, veio o maior desafio: a pandemia. O que parecia impensável tornou-se realidade. A SBRV reinventou seu congresso, levando conhecimento de forma virtual, sem perder a essência de encontro e aprendizado coletivo.
Com resiliência, a sociedade mostrou que o espírito de partilha é mais forte que qualquer crise. E os congressos voltaram ainda mais dinâmicos, integrando tradição e inovação.
Mais do que eventos científicos, os congressos da SBRV se tornaram rituais de pertencimento. Lugares onde cada retinólogo aprende, ensina, se reconhece como parte de uma história maior - e volta para casa melhor do que chegou.
Desde cedo, a SBRV entendeu que cuidar da retina é também cuidar da sociedade. A ciência não podia ficar restrita aos consultórios: precisava chegar às políticas públicas, às decisões coletivas e ao direito de acesso de todos.
Ao lado do CBO, a SBRV Ao lado do CBO, a SBRV defendeu o uso óleo de silicone, combateu falsas curas e protegeu pacientes vulneráveis.
Em cada desafio - do óleo de silicone às promessas de terapias sem comprovação -, a sociedade manteve uma postura firme: ética como norte, ciência como base.
Na medida em que novas terapias surgiam, como os antiangiogênicos, a SBRV assumiu o papel de orientar gestores e lutar para que avanços chegassem também ao sistema público de saúde.
A atuação não se limitava a consultas técnicas. A SBRV esteve presente na imprensa, na justiça, no diálogo com parlamentares, sempre com o mesmo compromisso: proteger os pacientes e garantir acesso ao que há de melhor em ciência.
E quando foi necessário, foi à imprensa, à justiça, ao Congresso - sempre com ciência nas mãos e ética como norte.
Ao longo de sua história, a SBRV mostrou que a defesa da retina é também defesa da saúde pública. Uma luta constante para que conquistas científicas se transformem em direitos - e para que a visão seja preservada como patrimônio de todos.
Com o tempo, a SBRV percebeu que, para crescer de forma sustentável, não bastava apenas ciência. Era preciso também profissionalizar sua gestão, garantir estabilidade e preparar-se para o futuro.
A governança ganhou novas ferramentas: conselhos, comissões e planejamento estratégico. A Sociedade deixava de depender apenas do esforço individual e passava a pensar como instituição.
Inspirados em modelos internacionais, os dirigentes modernizaram processos internos: finanças, comunicação, cadastro de sócios e até a criação de publicações próprias. Era o início da digitalização da SBRV.
Enquanto o Brasil se transformava, a SBRV soube se posicionar: aberta às inovações, próxima da indústria e em sintonia com a formação de um novo perfil de especialista.
Vieram também avanços internos: regularização fiscal, revisão de normas, diretrizes de compliance e, em 2018, a criação da prova para novos membros aspirantes - um selo de qualificação profissional.
A solidez financeira conquistada ao longo dos anos permitiu novos saltos. Um deles, simbólico e estratégico, foi a conquista da sede própria.
A sede própria foi outro marco. Primeiro em Cerqueira César, em 2007. Depois, em 2022, a atual sede foi adquirida na Vila Olímpia, em São Paulo. Um espaço moderno, à altura da importância que a SBRV conquistou.
A revisão de normas e a criação de critérios rigorosos para formação de especialistas mostravam que a Sociedade atingia a maturidade institucional.
De entidade pequena e movida pela paixão dos fundadores, a SBRV tornou-se uma sociedade moderna, estável e respeitada em todo o mundo. Um exemplo de como ciência e boa gestão caminham juntas - e de como a retinologia brasileira soube se reinventar para ir sempre além.
Em uma especialidade marcada por tantos desafios, a presença feminina foi, durante muito tempo, exceção. Mas bastava uma voz para abrir caminho, e a retina brasileira começou a ganhar novas cores.
Do pioneirismo solitário à presença cada vez mais significativa, as mulheres passaram a ocupar diretoria, coordenações e espaços de decisão dentro da SBRV.
Com o tempo, não se tratava apenas de participar: era preciso criar espaços próprios de acolhimento, troca e visibilidade.
Assim nasceu o RetinaPink: mais que uma sessão científica, um movimento de representatividade.
A cada congresso, o protagonismo feminino se renova, inspirando gerações e ampliando horizontes.
Da coragem de Liane à força coletiva do RetinaPink, a história da retina no Brasil também é escrita por mulheres. Elas transformaram a especialidade com ciência, empatia e luz - e continuam abrindo caminhos para o futuro.
Do cristalino para trás, antes havia silêncio e incerteza. Mas foi nesse território pouco explorado que a retina brasileira se consolidou como uma subespecialidade, com coragem, inovação e visão de futuro.
Ao mesmo tempo, a subespecialidade crescia. No início dos anos 80, a cirurgia de vítreo ganhava espaço. E os pesados aparelhos de luz de xenônio começavam a ser substituídos por lasers de argônio, mais modernos e precisos.
Apesar do crescente intercâmbio internacional, o cenário econômico brasileiro impunha limitações.
Em meio às crises do país e às limitações de recursos, a SBRV tornou-se um espaço de encontro, troca e atualização. Era lá que se discutiam as novas técnicas e se construíam os primeiros centros especializados.
Os chamados vitreófagos enfrentavam longas jornadas, equipamentos escassos e desafios técnicos enormes. Mas cada cirurgia bem-sucedida reforçava a convicção de que a retina tinha futuro no Brasil.
Mesmo com tantas dificuldades, os "vitreófagos" - como ficaram conhecidos os pioneiros da vitrectomia - se multiplicavam. E a SBR, com seus encontros, ajudava a espalhar as novidades, discutir técnicas, formar centros especializados.
De encontros modestos a congressos com centenas de participantes, a Sociedade crescia junto com a especialidade, acolhendo novos sócios e atraindo cada vez mais mulheres para a retinologia.
Na mesma época, o nome "retina e vítreo" passou a ser adotado nos eventos e materiais da Sociedade. Em poucos anos, os simpósios internacionais e cursos promovidos pela SBR já levavam esse nome. Até que, no fim da década, Michel Eid Farah Neto propôs oficializar: a partir dali a entidade se chamaria Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo.
Da era da cerclagem ao tempo da inteligência artificial, da angiografia ao genoma, a SBRV sempre esteve no centro da transformação - cuidando da retina, mas também do paciente e da sociedade.
Ao longo das décadas, a retina deixou de ser território de poucos para se tornar uma das áreas mais vibrantes da oftalmologia. Consolidada como subespecialidade, a SBRV é hoje referência mundial, guardiã da ciência e protagonista do futuro.
As pontes construídas com sociedades da Europa e dos Estados Unidos abriram portas para uma participação inédita: simpósios conjuntos, pesquisas multicêntricas e a certeza de que o Brasil tinha lugar à mesa.
O esforço individual de retinólogos que palestraram nos quatro cantos do mundo somou-se a um movimento coletivo: mostrar que a ciência feita no Brasil podia dialogar de igual para igual com os grandes centros internacionais.
Congressos da SBRV ganhavam destaque. Palestrantes internacionais,como presença constante - e voltavam impressionados com a qualidade científica dos eventos e o clima de amizade entre os colegas.
Com isso, os congressos da SBRV tornaram-se vitrines globais: recebiam convidados estrangeiros e, ao mesmo tempo, revelavam ao mundo a qualidade da retina brasileira.
Em pouco tempo, especialistas brasileiros passaram a ocupar cargos, publicar artigos e liderar grupos de pesquisa em entidades internacionais.
Mais do que reconhecimento, a internacionalização deu à SBRV voz e relevância em decisões globais sobre a retina. Hoje, a Sociedade é referência científica, constrói conhecimento em rede e inspira o mundo com a qualidade e a humanidade da retinologia brasileira.
Outro símbolo da projeção global da entidade é o International Journal of Retina and Vitreous, revista científica da SBRV, que logo se consolidou como referência internacional.
Mais que ciência, a SBRV é feita de pessoas. Amizades que nasceram nos corredores dos congressos, nas salas de cirurgia e nos desafios compartilhados. Uma rede que se fortaleceu geração após geração.
O espírito coletivo sempre foi a força da Sociedade: aprender juntos, liderar juntos, crescer juntos.
A história da SBRV também é feita de vínculos. De diretores e presidentes que se revezaram com espírito coletivo. De colegas que se tornaram amigos. De gerações que se formaram e foram formando outras.
Essa história também é marcada por saudade. Alguns dos que ajudaram a construir a SBRV já não estão entre nós, mas permanecem vivos na memória e no legado que deixaram.
Cada um deles deixou mais que realizações: deixou inspiração. A SBRV é grata a todos que dedicaram sua vida à retina e seguirão para sempre presentes em nossa história.
E assim como honramos os que partiram, celebramos os que continuam conosco. Porque a SBRV é feita de continuidade, de gerações que se apoiam e seguem adiante.
Um ambiente acolhedor, democrático e livre de vaidades, onde cada voz encontra espaço e cada gesto fortalece o coletivo.
Mais que uma entidade científica, a SBRV é uma comunidade. Que cresceu com o tempo, com o país, com a ciência - e que chega aos 50 anos olhando para o futuro com os dois olhos bem abertos.
A retina vive um tempo de descobertas sem precedentes. Novas tecnologias, novas terapias, novos desafios - e uma sociedade unida que continua a escrever essa história.
A ciência avança em velocidade impressionante. Mas cada passo traz também novos desafios: garantir acesso, equidade e atualização em um país continental como o Brasil.
O hoje da SBRV não se explica apenas pela ciência, mas também pela união de colegas que enxergam no coletivo a sua maior força.
Formar com qualidade sempre foi missão da SBRV. Hoje, a prova de ingresso garante que cada novo retinólogo associado à SBRV traga junto com esse título excelência, ética e preparo para cuidar da população.
O hoje também é feito de protagonismo institucional: a SBRV tornou-se referência técnica e científica, procurada por órgãos públicos e pela sociedade sempre que o assunto é retina.
A SBRV de hoje é ciência, mas também é pertencimento. Uma comunidade que se reconhece nos exemplos do passado, que celebra a união no presente e que já prepara o terreno para os próximos 50 anos.
Se em cinquenta anos chegamos até aqui, como será o amanhã da retina brasileira? O futuro da SBRV se constrói com muitas vozes - unidas por ciência, amizade e compromisso.
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