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Hoje, ao celebrarmos 32 anos da nossa história, paramos por um instante.Paramos para respirar, agradecer e reconhecer tudo o que a vida permitiu que vivêssemos até aqui.

Este ano foi marcado por trabalho, desafios e muitas entregas. Mas, acima de tudo, foi marcado pela simplicidade das pequenas vitórias... e pela força de um propósito que nunca mudou: servir com saúde, sabor e confiança.

Começamos 2025 abrindo novas portas. O Centro de Distribuição de Jaguaribe nasceu como sinal de crescimento, mas também como prova de que seguimos firmes, com os pés no chão e com o coração cheio de responsabilidade pelo que fazemos.

Reunimos nossas lideranças para planejar o ano, não apenas olhando para metas, mais olhando uns para os outros - para lembrar que nenhum caminho é construído sozinho.

Fortalecemos nossa logística, construímos e ampliamos novos Centros de Distribuição, sempre guiados pela mesma intenção: chegar mais longe, mas sem esquecer de onde viemos. Chegar mais rápido, mas sem perder o cuidado. Crescer, mas crescer com simplicidade.

Vivemos momentos importantes ao lado das famílias, nas datas que celebram afeto, cuidado e união. E, como todos os anos, nos levantamos para cuidar da saúde, da segurança e da vida de cada colaborador - porque cuidar de pessoas é o que sustenta tudo o que fazemos.

Também celebramos a nossa cultura, a nossa terra, o nosso São João, levando sabor e alegria para encantar corações, como fazemos há mais de três décadas.

E seguimos honrando essa caminhada, passo a passo. Lançamos o ISIS PRO,

participamos da CONSUPER e criamos a UNISIS - um espaço de aprendizado e desenvolvimento que nasce para valorizar quem sempre esteve conosco: as pessoas.

Mas, no fim das contas, nada disso é sobre prédios, produtos ou números. É sobre gente. Sobre sonhos que começaram pequenos. Sobre dias difíceis que se transformaram em força. Sobre mãos que se unem, se ajudam e constroem.

É sobre o que ouvimos tantas vezes dos nossos fundadores: que somos responsáveis por honrar cada etapa dessa caminhada... e que o dia em que deixarmos de cuidar das pessoas, perderemos o sentido de existir.

Hoje, ao olhar para tudo o que vivemos em 2025, reconhecemos que chegamos até aqui porque caminhamos juntos. Porque cada colaborador, cada família, cada parceiro e cada cliente fez parte de algo maior do que um ano de trabalho: fez parte de um propósito. E que assim siga sendo. Com humildade. Com simplicidade. Com gratidão.

A narração deve ser lida em um ritmo calmo, sem pressa, como quem compartilha uma memória importante. A voz precisa soar acolhedora, suave e natural, evitando qualquer tom corporativo ou impostado. É essencial que a narradora fale como alguém que faz parte dessa história, transmitindo proximidade, simplicidade e verdade. A emoção deve vir de forma contida e elegante, sem dramatização, apenas com a sensibilidade de quem reconhece o valor das pessoas e do caminho percorrido.

As pausas são fundamentais para que o texto respire e toque quem ouve. Pausas naturais após frases fortes ajudam o público a absorver o sentido das palavras, especialmente em aberturas como “Hoje, ao celebrarmos 32 anos da nossa história…” e em reflexões como “nenhum caminho é construído sozinho”. Sempre que falar sobre cuidado, união e pessoas, a narradora deve suavizar levemente o volume, colocando uma intenção mais profunda, quase como um abraço na voz. Quando mencionar conquistas e celebrações, um sorriso leve — apenas perceptível — deve aparecer na entonação.

Algumas palavras pedem um toque sutil de ênfase, sem exageros: história, propósito, simplicidade, responsabilidade, caminhada, pessoas, juntos e gratidão. Essa ênfase delicada ajuda a guiar a emoção da audiência. Nas frases de maior significado humano, como “cuidar de pessoas é o que sustenta tudo o que fazemos” ou “chegamos até aqui porque caminhamos juntos”, a voz deve ficar mais quente, íntima, como quem compartilha algo essencial.

A emoção deve crescer aos poucos, seguindo o movimento do texto: começar suave, ganhar corpo no meio e culminar nos trechos sobre união, propósito e pertencimento. No encerramento, a narradora deve desacelerar ainda mais, tornando a voz macia e serena, deixando espaço entre as palavras finais — “Com humildade… com simplicidade… com gratidão.” — para que cada uma delas alcance o público com profundidade.

A leitura deve transmitir humanidade, verdade e respeito. Nada de exageros, nada de grandes impostações: apenas a sinceridade de quem está honrando uma história construída por muitas mãos, com humildade e simplicidade.




17/11/2025 09:21:15: Pedido realizado - Enviado ao locutor ELISSANDRA - Status 1 à 5 horas